Reinhold Messner

Coletâneas de informações sobre Reinhold Messner

Reinhold Messner, o filosofo – 6

Reinhold Messner, O sisifo

“Eu não sou apenas um lobo solitário, eu sou uma espécie de Sísifo*, que nunca atinge o cume. Eu sou o Sísifo* e a pedra que empurro para cima da montanha é minha própria psique.”

(Reinhold Messner no livro O horizonte do cristal: Everest, a primeira escalada solo)

* Segunda a Wikipédia – Sísifo é um personagem da mitologia grega que seu castigo foi rolar uma pedra pesada até o pico de uma montanha, mas esta sempre voltava e caía. Para ler o restante acesse http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADsifo

Reinhold Messner, o filosofo – 5

Monte Everest

“Planalto, montanhas e desertos não são mais amigáveis, as leis milenares dominam o território. A natureza se torna Deus.”

(Reinhold Messner no livro O horizonte do cristal: Everest, a primeira escalada solo)

Reinhold Messner, o filosofo – 4

Reinhold Messner no escritório

“Atualmente todos vivemos em um mundo dominado pelas máquinas. Quase não restam em nosso deteriorado planeta espaços livres, onde possamos esquecer nossa sociedade industrial e testar, sem sermos incomodados, nossas faculdades e energias primitivas. Em todos nós se esconde uma saudade do estado primogênito, com o qual podíamos calibrar-nos com a natureza e enfrentá-la, descobrindo a nós mesmos. Aqui está basicamente a razão de não haver para mim uma meta mais fascinante que esta: Um homem e uma montanha.”

(Reinhold Messner)

Reinhold Messner, o filosofo – 3

Reinhold Messner

“Eu nunca pus uma chapeleta (bolt) em toda a minha vida e nunca irei pôr uma proteção fixa numa rocha. Se eu não puder escalar sem uma destas proteções, eu não escalo. Nunca usei garrafas de oxigênio. Se eu não puder escalar sem oxigênio extra eu não escalo mais alto. Isso não é uma decisão difícil. E eu nunca irei carregar um telefone celular comigo. Se eu carregar um aparelho destes, significaria destruir aquele sentimento de estar isolado e exposto que eu sempre procuro nas montanhas. Estas são apenas as minhas regras. Agora que estou ficando mais velho eu apenas sonho em escalar montanhas menores, ou esquiar em áreas como a Antártica ou em áreas desérticas.. Eu sempre tento fazer esse tipo de coisa sem ajuda de fora. Depois de uma vida de nômade político eu irei passar pelo menos meio ano no meio da selva com apenas uma mochila – e ninguém saberá onde eu estarei indo.”

(Reinhold Messner)

Reinhold Messner na National Geografic

Capa Reinhold Messner na National Geografic

“Atrás das montanhas da fortaleza do século 16 no norte da Itália assoma a cordilheira dos Dolomitas, fulgurante à luz do fim de tarde. Muralhas adentro, Reinhold Messner está erguendo uma montanha. Sob sua enérgica direção, uma retroescavadeira arrasta-se pelo pátio poeirento, traz placas de rocha e as empilha em uma engenhosa pirâmide. Terminando o serviço, lá está um monte em miniatura.”

É assim que começa uma belíssima matéria sobre Reinhold Messner na National Geografic. Sei que a revista foi para bancas em novembro de 2006, mas sem sombra de dúvida a jornalista Caroline Alexander escreveu uma obra de arte sobre a vida de Reinhold Messner.

Abaixo eu fiz um apanhado de passagens da reportagem que me chamaram a atenção e logo depois disso a reportagem na integra, ele esta em jpg mas vale muito a pena ser lida por completo.


“ ‘É dificílimo avaliar uma jornada de alta montanha’, resume o alpinista Hans Kammerlander, que escalou com Messner sete das 14 montanhas de 8 mil metros da Terra. ‘Porque é algo que se faz sem árbitro, sem cronômetro. Houve outros: Buhl, Herzog, Forrer’, reflete ele, citando o nome de diversas feras do alpinismo. ‘Eles fizeram mais escaladas em solo. Mas Reinhold teve idéias novas, criou técnicas. Imaginava tudo e punha em prática. Por isso, ele merece o título de maior montanhista da história.’ ”.

“ ‘Se hover uma estrada até o Everest, tudo já estiver preparado e houver um guia responsável por sua segurança, você não poderá, jamais, conhecer a montanha. Conhecer uma montanha só é possível…quando você a encontra sozinho e é auto-suficiente’ ”.

“ ‘O montanhismo nasceu para mim de dois fatos. Meu pai escalava, embora não em altitudes extremas. Além disso no vale não tínhamos campo de futebol nem piscina. Até hoje não sei nadar. A única chance de fazer algo para nos expressar era escalar rochas’”

Perguntaram a Reinhold por que ele não carregara a bandeira de seu país. “Respondi que eu não tinha escalado pelo Itália, pelo Tirol Meridional, Áustria ou Alemnha”, diz, engasgando de tanto rir. “Fuio por mim mesmo. Peguei meu lenço e falei: ‘Esta é minha bandeira’. Ninguém sobe o Everest para outras pessoas. Escala por si, e por esforço próprio.” Fecha o cenho. “Não suporto essas toadas nacionalistas. Elas me irritam.”

“Quando concluí os picos de 8 mil metros, vi que dali por diante só poderia me repetir. O que fiz é maçante para mim agora. Gostaria de ir a algum lugar em que tudo fosse novo e começar outra atividade.”

Reinhold Messner é un homme extraordinaire”, declarou Winkler em resposta. “Neste mundo não existe outro como Reinhold Messner.”


A Matéria completa:

Reinhold Messner, o filosofo – 2

Reinhold Messner

“Aquele que cresceu nas montanhas pode viver durante anos na cidade, desenvolver um trabalho científico e enriquecer sua inteligência, mas o que não pode fazer é permanecer eternamente lá embaixo.

Quando vê aparecer o sol entre as nuvens e sente o vento no rosto, sonha como uma criança com novas aventuras nas montanhas. Comigo acontece exatamente isso.”

(Reinhold Messner)

Reinhold Messner, o filosofo – 1

Reinhold Messner

“Os dias que estes homens passam nas montanhas são os dias em que realmente vivem. Quando a mente se limpa das teias de aranha e o sangue corre com força pelas veias. Quando os cinco sentidos recobram a vitalidade e o homem completo se torna mais sensível, e então já pode ouvir as vozes da natureza, e ver as belezas que só estão ao alcance dos mais ousados.”

(Reinhold Messner)

Nanga Parbat – A Devoradora de Homens

Nanga Parbat vista Frontal

Nanga Parbat vista Frontal

Nanga Parbat, cuja tradução literal do sânscrito é “algo que está nu”, está localizado no norte do Paquistão e bastião ocidental do Himalaia. É a nona montanha mais alta do mundo, a segunda maior no Paquistão após K2 e entre as 10 maiores montanhas do mundo só fica atrás da K2 em grau de dificuldade. Ela é palco das maiores expedições do Himalaia, a primeira tentativa de chegar foi em 1895 a expedição acabou se tornando as primeiras vitimas da montanha, o primeiro a conseguir chegar ao seu cume foi o Austríaco Hermann Buhl em 1953.

Nanga Parbat - Face rupal

Nanga Parbat - Face rupal

Nanga Parbat é um espetáculo verdadeiramente impressionante. A face sul é o maior no mundo que se estende por quatro quilômetros acima do acampamento base. Até hoje, foram apenas cinco subidas pelo sul. A face norte é igualmente intimidadora.

Em contraste com a face íngreme da rocha e gelo do sul da face norte nevado é protegido por uma barreira de grandes seracs, definição wikipédia é um bloco de gelo de grandes dimensões, fragmentado em e gretado, pertencente a um glaciar, e cuja ruptura se deve ao movimento do gelo em zonas de grandes pendentes, que ampliam a largura da montanha. Alpinistas, antes da Segunda

Guerra Mundial, estavam convencidos de que a única maneira de escalar a montanha era via o norte através de um longo arco que se estende por Rakhiot Peak (7010m), entre as duas cúpulas do Silberzacken e finalmente ao cume do Nanga Parbat, evitando assim uma maior subida direta pela face norte. A rota era perigosamente inclinada e exposta a avalanches e a mudanças repentinas de clima.

Nanga Parbat - Face Diamir

Nanga Parbat - Face Diamir

Após a morte de 31 pessoas Nanga Parbat recebeu o apelido de Devoradora de Homens. Atualmente a maioria das tentativas de ascensão são feitas através da face Diamir que é

geralmente considerado o mais fácil e segura com a Rota Kinshofer a rota normal. Nanga Parbat até 2005, recebeu 263 ascensões por 261 indivíduos (Reinhold Messner e SP Membro Qudrat Ali subiram duas vezes) a um preço de 62 mortes. Dezesseis mulheres já alcançaram o cume da montanha.

Apesar do grande numero de expedições Nanga Parbat ainda guarda muitos desafios, o maior deles é a ascenção através do Mazeno Ridge, que constitui a maior cordilheira do mundo. Uma série de expedições já tentaram essa ascensão durante o inverno, mas sem sucesso.

Nanga Parbat e Reinhold Messner

Na sua primeira tentativa de alcançar o cume, Reinhold Messner junto com seu irmão Günther chegou ao cume através da face Rupal, essa foi a primeira vez que a Face Rupal foi utilizada em uma escalada. Leia a entrevista de Reinhold Messner sobre o filme Nanga Parbat e descubra como foi esta aventura.

Mas a Devoradora de Homes não poupou os irmãos Messner. Günther foi acometido pelo mal da altitude e estava muito debilitado, logo não conseguiria continuar descendo. Por isso Reinhold Messner pediu aos gritos ajudas de outros alpinistas, que eram Peter Scholz e Felix Kuen, mas não obteve resposta. Então decidiram descer pela íngreme e para eles então desconhecida face Diamir.

Reinhold Messner em Nanga Parbat

Reinhold Messner em Nanga Parbat

Segundo Reinhold Messner, perto do fim da descida, ele se adiantou cerca de uma hora do seu irmão. Depois, fora de sua visão, numa área perto do fim da face Diamir, Günther desapareceu. Reinhold pensou que ele foi pego por uma avalanche, por não ter encontrado nenhuma pista dele. Deste ponto foram mais dois dias de descida desolada e sem esperança.

Depois de diversas reviravoltas Reinhold foi acusado de ter deixado seu irmão para morrer, posteriormente ele foi absolvido. Conheça toda a história envolvendo esse a morte de Günther Messner.

Já na segunda tentativa ele estava acompanhado por Hubert Messner, Hanspete Eisendle, Wolfgang Tomaseth. Porem eles só chegaram até 7500 m, pois se depararam com uma caminho totalmente bloqueado por uma grosso camada de neve fofa.

Um Pouco mais sobre Nanga Parbat

  • Altitude (pés): 26658 pés / 8125 metros;
  • Continente: Ásia;
  • País: Paquistão;
  • Reigão: Himalaia;
  • Latitude: 35,24866824307762;
  • Longitude: 74,59180355072021;
  • Os melhores meses para escalar: Junho, Julho, Agosto, Setembro;
  • Primeiro a conquistar: Herman Buhl (1953);
  • Centro de Conveniência: Chilas, Paquistão;
  • Aeroporto mais próximo: Rawalpindi, Paquistão

Conquistadores

Ano Rota Conquistou Obs Descrição
1895 Mummery Rib N Primeira tentativa liderada por Alfred Mummery. Eles atigiram 6100m da Face Diamir. Mummery e dois companheiros Gurkha morreram reconhecendo a Face Rakhiot
1930 N Seis expedições alemãs tentaram alcançar o cume, mas todas terminam em fracasso e com dezenas de morrer em avalanches e tempestades. Entre eles alguns dos melhores alpinistas da Alemanha Willi Merkl e Willo Welzenbach morreram na montanha.
1950 N Tentativa no inverno Duas Mortes depois de três britânicos falharem
1953 Cume Leste S 1º a conquistar o cume Primeira ascensão do austríaco Hermann Buhl (membro de uma equipe alemã liderada pelo austríaco Karl Herligkoffer), através da nascente da Face Rakhiot. De um acampamento em 6900m abaixo do Silberzacken (Silver Col) Buhl subiu solo após seus companheiros voltou e chegou ao cume 40 horas mais tarde. Ele foi forçado a Bivi em 7900m na sequência da subida antes de descer no dia seguinte a 6900m.
1962 Rota Kinshofer S 1º ascensão pela Face Diamir Equipe composta por Toni Kinshofer, Löw Siegfried e Mannhardt Anderl através de um contraforte para o lado esquerdo da face Diamir (o flanco Diamir). A rota (a rota Kinshofer) tornou-se o percurso normal de ascensão nos últimos anos
1970 Rota Messner S 1º ascensão pela Face Rupal Reinhold Messner e seu irmão Günther fazeram a primeira ascensão via Face Rupal do Spur SSE e Couloir Merkl. Desceram o Rib Mummery na Face Diamir com Günther sendo morto por uma avalanche na rota. Peter Scholz e Felix Kuen alcançaram o cume no dia seguinte ao Messner e desceu de volta para baixo a couloir Merkl. Anteriores expedições alemãs em 1960 e 1968 haviam tentado e falhado nessa rota.
1971 Cume Leste S Único a repetir o percurso de Buhl Ivan Fiala e Michael Orolin escalaram Nanga Parbat via East Ridge, a mesma rota que Buhl usou em 1953, enquanto outros membros da expedição escalaram o pico SE (7600m / 24.925 pés) acima do Silbersattal e foresummit (7850m / 25.760 pés) acima do Gap Bazhin
1976 Rota Schell S Nova Roa Gimpel, Schauer, Schell e Sturm escalaram a face Rupal através do Col Mazeno (c.6940m) e Cume Sudoeste. Uma expedição alemã tinha feito o reconhecimento em 1975 do percurso, porém, teve mau tempo impediu-os. Os alemães voltaram para a rota em 1976, mas sua tentativa foi abortada quando Wastl Arnold caiu para sua morte.
1978 S 1º ascensão  pelo pico norte Uma equipe de seis homens obtive sucesso na escalada pelo pico norte (7816m / 25.644 ft). Essa foi a primeira fez.
Rota Kishofer S Cinco alpinistas fizeram a segunda ascensão da via Kinshofer
Face  Diamir S Nova rota, 1º solo e 1º subida em estilo alpino Reinhold Messner conquistou novamente o cume só que agora solo e pelo lado direito da Face Diamir. Messner foi o primeiro a fazer a subida totalmente solo (Buhl só foi separado da última parte de sua escalada) e também o primeiro em estilo alpino moderna. Ele já ambientados em Ganalo Peak (6600m)
1979 Cume Mazeno N Primeira tentativa de Ridge Mazeno. Dificultada pelo mau tempo e só conseguiu escalar o primeiro pico Mazeno
1981 Rota Schell S Apenas um menbro, Ronald Naar, da expedição Holandesa atingiu o cume principal
Rota Kinshofer S A subida foi realizada por três alpinistas que necessitaram de quatro acampamentos para alcançar esse feito. Essa foi a terceira subida pela via Kinshofer
1982 SE Buttress N Nova rota para o cume Sul Nesta expedição, que era composta por alpinista do mundo inteiro, foram estabelecidos cincos acampamentos.Somente quatro alpinistas sairam do quinto acampamento para tentar alcançar o cume sul, mas pouco tempo depois três deles desistiram e deixaram Ueli Buhler sozinho. Após passar a noite ao ar livre, Buhler atingiu o cume Sul, porem foi incapaz de continuar até o cume principal e voltou para o acampamento.
1984 Rota Kinshofer N A alpinista francesa Liliane Barrard se torna a primeira mulher a escalar o Nanga Parbat, acompanha por seu marido Maurice Barrard. Entretanto eles só chegaram um pouco acima do acampamento 1. Eles tentaram no Estilo Alpino
1985 SE Buttress S Conclusão do Spur SE até o cume principal Quatro alpinistas subiram pela rota Spur SE, mas terminaram no cume principal. Um dos alpinistas caiu 600 metros durante a descida, porem apenas ficou atordoado. Um outro alpinista não teve a mesma sorte, ele foi atingido por uma avalanche entre o acampamento 1/2 e não sobreviveu.
Rota Kinshofer S 1º grupo de mulher a conquistar o cume A expidição polonesa era composta por Anna Czerwifiska, Palmowska e Krystyna Wanda Rutkiewicz alcançaram o cume sem apoio.
1988 Face Rakhiot N Tentativa de nova rota De um ABC em 4500m seis alpinistas subiram para um contraforte em 6500m, em dez dias eles conseguiram fixar uma corda de 1600m. Nesse ponto, eles desistiram por causa de um forte aumento na temperatura. Ao longo da subida, havia grandes perigos como avalanches continuamene varriam a face.
1989 Rota Messner N 1º tentativa no inverno Maciej Berbeka, Piotr Konopka e Andrzej Osika atingiram 6800m, mas a tentativa foi abandonada por causa do tempo deteriorante.
1990 Rota Kinshofer S 1º descida de esqui Hans Kammerlander e Diego Wellig alcançaram o cume principal, a partir da cimeira do Norte 100m abaixo, esquiaram de volta ao acampamento base. Em alguns momentos eles precisaram descer escalando algumas rochas. O esqui foi muito difícil por causa da inclinação da face e pela rochas intermitente.
1991 Rota Messner N Tentativa de inverno Em meio a fortes ventos e do aumentando da deterioração do tempo a equipe chegou a 6600m. Durante a tentativa da base foi arrasada por uma onda de pressão de uma avalanche no alto da face Rupal. Felizmente ninguém ficou ferido.
1992 Cume Mazeno N Douglas Scott tentou conquistar Nanga Parbat via Cume Mazeno, mas falhou ao tentar subir dos três picos Mazeno
1995 Cume Mazeno N Wojciech Kustyka (Polonês), Andrew (Australiano) e Rick Allen (Inglês) fizeram primeiro a travesia dos três primeiro picos, mas decidiram retornar.
1996 Rota Japonesa S Nova rota pela Face Norte Uma equipe japonesa criou uma rota direta para o Silbersattel de onde eles continuaram até o cume através de uma rota similar como Hermann Buhl’s.
Rota Kinshofer S 1º subida solo da rota Krzysztof Wielicki fez a primeira ascensão solitária da Rota Kinshofer e se tornou o quinto homem alcançar todas as montanha com mais de 8.000. Ele escalou contínuamente durante 48 horas, em seguida desceu 5800m mesmo dia da escalada.
Rota Kinshofer N Tentativa de inverno Chegou a uma ponto abaixo de 6000m e depois recuou.
Rota Kinshofer N Tentativa de inverno A expedição polonesa esta pero de fazer a primeira ascensão no inverno de qualquer montanha com mais de 8000m no Paquistão. Entretanto recuaram com apenas 250 metros abaixo do cume principal, infelizmente com queimaduras graves a equipe evacuar de BC por helicóptero devido às queimaduras lesões.
2000 Face NE N Nova rota para 7500m Reinhold Messner, Hubert Messner, Hanspete Eisendle, Wolfgang Tomaseth escalaram até 7500m, onde o caminho se encontrou com o rota checa 1978, 7500m, mas não foi adiante devido às condições climáticas.
2003 Rota Tom e Martina S Nova Rota Jean Christophe Lafaille sobiu por uma nova rota na Face Diamir através de um estímulo para a esquerda da rota Kinshofer quese encontrou com a rota Kinshofer acima de dois terços da mesma. Para a primeira parte da subida Lafaille se uniu com Simone Moro, mas desceu na rota para o acampamento 4 em 7400m, devido às dificuldades de aclimatação. Para a segunda metade da subida Lafaille foi acompanhado por Ed Viesturs que tinha escalado a rota Kinshofer e encontraram-se no acampamento 3
2004 Rota Direct Face SE N Tentativa de nova rota Tentativa de uma nova rota na face Rupal do Nanga Parbat antes de chegar a 7550m altitude o mal da autitude acometeu uma dos membros o que forçou a recuar.
Cume Mazeno N Atravessado todos os picos Mazeno mas depois desceram pela Rota Schell
2005 Rota Messner S 2º ascensão pela rota Messner Coreanos fizeram uma travessia norte-sul, subindo pela via Messner na Face Rupal e depois desceram a Rota Kinshofer na Face Diamir
Nova rota pela face Rupal N Tentativa de nova rota Helicópteros militares paquistaneses realizaram o resgate do renomado alpinista esloveno Tomaz Humar, que estava preso sob uma laje de gelo no estreito 5900m. Um dos poucos bem sucedidos resgates realizados em altitude tão elevada
Pilar Central S Nova rota Vince Anderson e Steve House escalaram o pilar central da Face Rupal no estilo alpino em seis dias. Eles foram posteriormente prêmiados com Piet-Dor. Mais direta do que a Rota Messner a subida foi anunciado como uma das maiores subidas de todos os tempos
2006-7 S José Antonio Delgado Sucre, um alpinista da elite da Venezuela, morre poucos dias depois de conquistar o cume, onde ele foi apanhado pelo mau tempo durante 6 dias seguidos e não foi capaz de fazer sua rota para baixo. Ele foi o único escalador venezuelano, e um dos poucos latino-americanos, que têm cinco cumes com mais de oito mil.
Rota Schell N Tentativa de inverno Alpinista polonês falhou ao tentar a ascensão no inverno através da Rota Schell
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